Quais os tipos de pragas mais comuns em estabelecimentos de saúde?
As pragas mais comuns em estabelecimentos de saúde são: formigas, baratas, moscas e ratos. É verdade que isto é variável de acordo com a localidade, condições estruturais do edifício, de manutenção e de higiene e limpeza do local. Outros fatores que facilitam as infestações são as entradas de: mercadorias e produtos alimentícios, de roupas lavadas, de pertences dos pacientes e dos funcionários.
Como diagnosticar o problema? E como combatê-lo?
Geralmente quando estes animais passam a ser problema, isto é, passam a ser pragas, é simples diagnosticar. Mas em estabelecimentos de saúde recomenda-se que o controle de pragas seja realizado de forma preventiva e executado por empresas especializadas em controle de vetores e pragas. Estas empresas possuem técnicos especialistas que irão monitorar periodicamente os diversos setores do estabelecimento visando estabelecer, através destas informações, as estratégias de controle mais adequada ao local e a infestação observada, sempre procurando usar técnicas onde o uso de inseticida é o último recurso a ser adotado.
Os estabelecimentos de saúde são ambientes mais propícios ao surgimento de pragas?
Apesar de parecer um paradoxo, os estabelecimentos de saúde também são ambientes propícios para o aparecimento de pragas, desde que um conjunto de medidas não esteja funcionando. Por exemplo: coleta de lixo deve ser adequada, limpeza eficiente, boa estrutura do prédio, boa manutenção do local, bom armazenamento e transporte de produtos etc.
Como o hospital deve se prevenir?
A prevenção de pragas em hospitais é na maioria das vezes simples. Medidas como higiene e limpeza, apesar de óbvias, são muito importante para minimizar os problemas. Os hospitais devem adotar medidas de Boas Práticas Operacionais visando estabelecer controles em pontos críticos como: entrada e armazenamento dos materiais sejam eles alimentícios ou não, entrada e armazenamento de alimentos nos quartos pelos pacientes, entrada de rouparia e outros materiais ou aparelhos, limpeza e manutenção dos aparelhos, armazenamento e coleta de lixo adequados, limpeza eficiente, boa manutenção do edifício e do local como: vedação dos interruptores, forros, telhados e frestas etc. O mais importante de tudo é ter um controle de pragas realizados por empresas licenciadas pela vigilância sanitária e que executem de forma adequada e eficiente o Controle Integrado de Pragas.
Quais os males que podem ser causados pelas pragas em um estabelecimento de saúde?
Sem dúvida as pragas podem causar diversos problemas em um estabelecimento de saúde, que pode ser desde o comprometimento da imagem do local, transmissão de micro-organismos como: bactérias, vírus, protozoários, helmintos etc. que podem elevar significativamente as infecções hospitalares, até curto-circuito em aparelhos eletrônicos ou na rede elétrica.
Quais as principais técnicas aplicadas no controle de pragas?
As técnicas adotadas pela Ecológica Montenegro (controle integrado de pragas) dependerá de uma série de variáveis normalmente identificadas quando da realização do diagnóstico do problema. A partir do diagnóstico são adotadas medidas preventivas e medidas corretivas, que são constantemente avaliadas através de monitoramento. Também, são feitos treinamentos do pessoal do estabelecimento de saúde visando instrui-los sobre boas práticas operacionais. O que deve ser ressaltado é que com essa técnica o uso de produtos praguicidas mesmo apresentando baixa toxicidade é realizado como último recurso para controlar a praga em foco.
Quais são os avanços e o atual panorama do setor de controle de pragas?
O setor de controle de pragas, talvez seja, depois da informática e da telefonia, aquele que nos últimos anos mais mudanças vem sofrendo. As mudanças vão desde o desenvolvimento de produtos químicos cada vez mais eficazes porém menos tóxicos aos seres de sangue quente e menos persistentes no meio ambiente até a adoção de procedimentos que preconizam a prevenção, o monitoramento e o uso de barreiras físicas ou armadilhas como principal forma de controle das pragas. Como já foi dito anteriormente, o uso de produtos químicos só é feito como último recurso, depois de tomadas todas as demais precauções.
Por isso, é vital que os administradores e compradores que trabalham em estabelecimentos de saúde procurem adquirir conhecimentos específicos da área de controle de pragas para que parem de comprar apenas preços, ou, então, serviços de empresas que não apresentam as mínimas condições para a realização de um trabalho que demanda conhecimentos técnicos avançados e muita seriedade.

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